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	<title>disco | Gustavo Picoloto</title>
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	<link>https://www.picoloto.com.br</link>
	<description>Dicas e notícias sobre Linux, Segurança, Shell Script, MSX,  e etc ...</description>
	<lastBuildDate>Mon, 11 Mar 2013 17:42:27 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Adicionando um novo disco no Linux</title>
		<link>https://www.picoloto.com.br/linux/adicionando-um-novo-disco-no-linux.php</link>
					<comments>https://www.picoloto.com.br/linux/adicionando-um-novo-disco-no-linux.php#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2013 14:42:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[disco]]></category>
		<category><![CDATA[fdisk]]></category>
		<category><![CDATA[lvcreate]]></category>
		<category><![CDATA[lvm]]></category>
		<category><![CDATA[mkfs]]></category>
		<category><![CDATA[mkfs.ext4]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como adicionar um novo disco (estamos falado de HD e não de qualquer outro tipo de mídia) num Linux? O escopo deste post é mostrar como configurar um novo disco num Linux, pulando a parte &#8220;hardware&#8221; da coisa, ou seja, não vamos falar de cabeamento, parafusos e eventuais jumpers. Uma vez que o disco foi &#8230; <a href="https://www.picoloto.com.br/linux/adicionando-um-novo-disco-no-linux.php" class="more-link">Continue lendo <span class="screen-reader-text">Adicionando um novo disco no Linux</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Como adicionar um novo disco (estamos falado de HD e não de qualquer outro tipo de mídia) num Linux?</p>
<p>O escopo deste post é mostrar como configurar um novo disco num Linux, pulando a parte &#8220;hardware&#8221; da coisa, ou seja, não vamos falar de cabeamento, parafusos e eventuais jumpers.</p>
<p>Uma vez que o disco foi instalado fisicamente na máquina, devemos identificá-lo para prepará-lo e então poder utilizá-lo.</p>
<p>Primeiramente, com o comando &#8220;df&#8221;, vamos verificar qual é o nosso disco atual:</p>
<pre>[root@localhost ~]# df
Filesystem           1K-blocks      Used Available Use% Mounted on
/dev/sda2             19306788   2809356  15516696  16% /
tmpfs                   515428        88    515340   1% /dev/shm
/dev/sda1               297485     31238    250887  12% /boot</pre>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com a saída do comando, verificamos que o disco atualmente utilizado é o /dev/sda.</p>
<p>Agora, para identificar o disco novo, podemos executar o comando &#8220;dmesg&#8221; e procurar por &#8220;disk&#8221;:</p>
<pre>[root@localhost ~]# dmesg|grep disk
sd 1:0:0:0: [sdb] Attached SCSI disk
sd 0:0:0:0: [sda] Attached SCSI disk</pre>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se nosso disco em uso é o &#8220;sda&#8221; e agora temos um &#8220;sdb&#8221;, acabamos de identificar nosso disco recém adicionado.</p>
<p>Com o disco identificado, agora vamos prepará-lo para utilizar no Linux. Preparar consiste basicamente em particionar e formatar o disco.</p>
<p>Para particionar, usaremos o comando &#8220;fdisk&#8221;:</p>
<pre>[root@localhost ~]# fdisk /dev/sdb

WARNING: DOS-compatible mode is deprecated. It's strongly recommended to
         switch off the mode (command 'c') and change display units to
         sectors (command 'u').</pre>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ok, vamos sair do modo de compatibilidade DOS e utilizar setores como medida de unidades:</p>
<pre>[root@localhost ~]# fdisk -cu /dev/sdb
Command (m for help):</pre>
<p>&nbsp;</p>
<p>No fdisk, digitamos &#8220;p&#8221; para mostrar informações sobre o disco como as partições atuais (que no nosso caso, não existem):</p>
<pre>Command (m for help): p</pre>
<pre>Disk /dev/sdb: 10.7 GB, 10737418240 bytes
 255 heads, 63 sectors/track, 1305 cylinders, total 20971520 sectors
 Units = sectors of 1 * 512 = 512 bytes
 Sector size (logical/physical): 512 bytes / 512 bytes
 I/O size (minimum/optimal): 512 bytes / 512 bytes
 Disk identifier: 0x62e8c07a</pre>
<pre>Device Boot      Start         End      Blocks   Id  System</pre>
<pre>Command (m for help):</pre>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se não temos partições, vamos criar uma:</p>
<pre> Command (m for help): n
Command action
   e   extended
   p   primary partition (1-4)
p
Partition number (1-4): 1
First sector (2048-20971519, default 2048):
Using default value 2048
Last sector, +sectors or +size{K,M,G} (2048-20971519, default 20971519):
Using default value 20971519</pre>
<pre>Command (m for help):</pre>
<p>&nbsp;</p>
<p>E então listar essa nova partição criada:</p>
<pre>Command (m for help): p

Disk /dev/sdb: 10.7 GB, 10737418240 bytes
107 heads, 17 sectors/track, 11529 cylinders, total 20971520 sectors
Units = sectors of 1 * 512 = 512 bytes
Sector size (logical/physical): 512 bytes / 512 bytes
I/O size (minimum/optimal): 512 bytes / 512 bytes
Disk identifier: 0x62e8c07a

   Device Boot      Start         End      Blocks   Id  System
/dev/sdb1            2048    20971519    10484736   83  Linux
Command (m for help):</pre>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por padrão, o tipo de partição criada é &#8220;Linux&#8221;. Este tipo é utilizado para sistemas de arquivo do tipo Ext2/Ext3/Ext4, por exemplo.</p>
<p>Se estiver apenas adicionando um disco e não quiser utilizá-lo com LVM, pode ignorar os próximos passos, salvar as alterações na tabela de partições (digitando &#8220;w&#8221; no fdisk) e ir direto para o comando &#8220;mkfs.ext4&#8221;, mais ao final do texto. Caso queira utilizar LVM, continue lendo.</p>
<p>Para  utilizar a partição com LVM, deve-se mudar o tipo de partição. Para isso, ainda no fdisk, digite &#8220;t&#8221; e mude o tipo para &#8220;8e&#8221; (Linux LVM):</p>
<pre>Command (m for help): t
 Selected partition 1
 Hex code (type L to list codes): 8e
 Changed system type of partition 1 to 8e (Linux LVM)</pre>
<pre>Command (m for help):</pre>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vamos listar a tabela de partições para verificar as modificações:</p>
<pre>Command (m for help): p</pre>
<pre>Disk /dev/sdb: 10.7 GB, 10737418240 bytes
 255 heads, 63 sectors/track, 1305 cylinders, total 20971520 sectors
 Units = sectors of 1 * 512 = 512 bytes
 Sector size (logical/physical): 512 bytes / 512 bytes
 I/O size (minimum/optimal): 512 bytes / 512 bytes
 Disk identifier: 0x62e8c07a</pre>
<pre>Device Boot      Start         End      Blocks   Id  System
 /dev/sdb1            2048    20971519    10484736   8e  Linux LVM</pre>
<pre>Command (m for help):</pre>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se estiverem OK, basta salvar as mudanças e sair do fdisk (comando &#8220;w&#8221;):</p>
<pre>Command (m for help): w
 The partition table has been altered!</pre>
<pre>Calling ioctl() to re-read partition table.
 Syncing disks.</pre>
<p>&nbsp;</p>
<p>De volta ao bash, podemos verificar se as mudanças realmente foram salvas com:</p>
<pre>[root@localhost ~]# fdisk -cul /dev/sdb</pre>
<pre>Disk /dev/sdb: 10.7 GB, 10737418240 bytes
 107 heads, 17 sectors/track, 11529 cylinders, total 20971520 sectors
 Units = sectors of 1 * 512 = 512 bytes
 Sector size (logical/physical): 512 bytes / 512 bytes
 I/O size (minimum/optimal): 512 bytes / 512 bytes
 Disk identifier: 0x62e8c07a</pre>
<pre>Device Boot      Start         End      Blocks   Id  System
 /dev/sdb1            2048    20971519    10484736   8e  Linux LVM</pre>
<p>&nbsp;</p>
<p>Até aqui temos partição criada e tipo modificado para Linux LVM. Devemos então criar um volume físico para o LVM. Isso pode ser feito com o comando &#8220;pvcreate&#8221;:</p>
<pre>[root@localhost ~]# pvcreate /dev/sdb1
 Writing physical volume data to disk "/dev/sdb1"
 Physical volume "/dev/sdb1" successfully created</pre>
<p>&nbsp;</p>
<p>Então vamos visualizar algumas informações sobre este novo volume físico criado:</p>
<pre> [root@localhost ~]#  pvs
 PV         VG   Fmt  Attr PSize  PFree
 /dev/sdb1       lvm2 a--  10.00g 10.00g</pre>
<p>&nbsp;</p>
<p>E visualizar os atributos deste volume:</p>
<pre> [root@localhost ~]# # pvdisplay
 "/dev/sdb1" is a new physical volume of "10.00 GiB"
 --- NEW Physical volume ---
 PV Name               /dev/sdb1
 VG Name
 PV Size               10.00 GiB
 Allocatable           NO
 PE Size               0
 Total PE              0
 Free PE               0
 Allocated PE          0
 PV UUID               XqqgNn-WYhy-NFA8-ntae-hVVw-4wrl-uHy2fK</pre>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em um volume físico, precisamos criar Volume Groups, que são as estruturas lógicas onde finalmente vamos armazenar os dados.</p>
<p>Para listar informações sobre os volume groups, usamos o comando &#8220;lvs&#8221;:</p>
<pre>[root@localhost ~]# lvs
 No volume groups found</pre>
<p>&nbsp;</p>
<p>No nosso caso, ainda não temos nenhum criado. Vamos criar um volume group chamado &#8220;vg_teste&#8221; neste disco que acabamos de particionar e adicionar um volume físico, para isso, usaremos o comando &#8220;vgcreate&#8221;:</p>
<pre>[root@localhost ~]# vgcreate vg_teste /dev/sdb1
 Volume group "vg_teste" successfully created</pre>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para listar informações sobre os Volume Groups, podemos usar o comando &#8220;vgs&#8221;:</p>
<pre>[root@localhost ~]# vgs
 VG       #PV #LV #SN Attr   VSize  VFree
 vg_teste   1   0   0 wz--n- 10.00g 10.00g</pre>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se executarmos o comando &#8220;pvs&#8221; novamente iremos observar que a coluna &#8220;VG&#8221; agora está preenchida com o nosso &#8220;vg_teste&#8221; recém criado:</p>
<pre>[root@localhost ~]# pvs
 PV         VG       Fmt  Attr PSize  PFree
 /dev/sdb1  vg_teste lvm2 a--  10.00g 10.00g</pre>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tendo um volume group criado, podemos criar um ou mais volumes lógicos. A grande vantagem de trabalharmos com volumes é poder facilmente adicionar e/ou remover espaço de um volume lógico. Se tivermos espaço livre disponível no volume group, podemos adicionar espaço a um volume lógico sem sequer ter que parar o sistema.</p>
<p>Para criar um volume lógico, usamos o comando &#8220;lvcreate&#8221;:</p>
<pre>[root@localhost ~]# lvcreate -L 10G -n lv_teste vg_teste
 Volume group "vg_teste" has insufficient free space (2559 extents): 2560 required.</pre>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um ponto a se observar é que quando criamos o volume group alocamos 10 Gbytes para o mesmo mas agora não pudemos fazer o mesmo para o volume lógico, por que?</p>
<p>Todos os volumes são divididos em partes menores, chamadas &#8220;extents&#8221;. Uma extent é a menor parte alocável de um volume e, sempre que criamos um volume, uma extent é reservada e não podemos utilizá-la. Então nossa possibilidade de uso de um volume pode ser definida como &#8220;tamanho total do volume menos uma extent&#8221;.</p>
<p>Vamos ver com &#8220;vgdisplay&#8221; quantas extents temos livres no nosso volume group. Basta procurar a linha &#8220;Free  PE / Size&#8221; e observarmos que temos 2559 ao invés das 2560 necessárias para 10 Gbytes:</p>
<pre>[root@localhost ~]# vgdisplay
 --- Volume group ---
 VG Name               vg_teste
 System ID
 Format                lvm2
 Metadata Areas        1
 Metadata Sequence No  1
 VG Access             read/write
 VG Status             resizable
 MAX LV                0
 Cur LV                0
 Open LV               0
 Max PV                0
 Cur PV                1
 Act PV                1
 VG Size               10.00 GiB
 PE Size               4.00 MiB
 Total PE              2559
 Alloc PE / Size       0 / 0
 Free  PE / Size       2559 / 10.00 GiB
 VG UUID               Mv0C69-2t56-tPSI-rNX9-cUcj-r28q-89tgSp</pre>
<p>&nbsp;</p>
<p>Então vamos criar um volume lógico novamente mas, ao invés de pedirmos 10 GB de tamanho (parâmetro &#8220;-L 10G&#8221;), vamos pedir 2559 extents (parâmetro &#8220;-l 2559&#8221;):</p>
<pre>[root@localhost ~]# lvcreate -l 2559 -n lv_teste vg_teste
 Logical volume "lv_teste" created</pre>
<p>Então executamos vgdisplay novamente para verificar que a linha &#8220;Alloc PE / Size&#8221; passou a mostrar &#8220;2559 / 10.00 GiB&#8221; ao invés de &#8220;0 / 0&#8221; que estava anteriormente:</p>
<pre> [root@localhost ~]# vgdisplay
 --- Volume group ---
 VG Name               vg_teste
 System ID
 Format                lvm2
 Metadata Areas        1
 Metadata Sequence No  2
 VG Access             read/write
 VG Status             resizable
 MAX LV                0
 Cur LV                1
 Open LV               0
 Max PV                0
 Cur PV                1
 Act PV                1
 VG Size               10.00 GiB
 PE Size               4.00 MiB
 Total PE              2559
 Alloc PE / Size       2559 / 10.00 GiB
 Free  PE / Size       0 / 0
 VG UUID               Mv0C69-2t56-tPSI-rNX9-cUcj-r28q-89tgSp</pre>
<p>&nbsp;</p>
<p>O comando pvdisplay também mostrará que temos todo o volume alocado:</p>
<pre>[root@localhost ~]# pvdisplay
 --- Physical volume ---
 PV Name               /dev/sdb1
 VG Name               vg_teste
 PV Size               10.00 GiB / not usable 3.00 MiB
 Allocatable           yes (but full)
 PE Size               4.00 MiB
 Total PE              2559
 Free PE               0
 Allocated PE          2559
 PV UUID               TvGETI-FbsG-0UWt-4v0N-TwT5-bfnj-IZZsQ0</pre>
<p>&nbsp;</p>
<p>E o comando &#8220;lvs&#8221; listará todos os volumes lógicos criados:</p>
<pre>[root@localhost ~]# lvs
 LV       VG       Attr     LSize  Pool Origin Data%  Move Log Copy%  Convert
 lv_teste vg_teste -wi-a--- 10.00g</pre>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com todos os passos executados, basta formatar o volume lógico com o comando &#8220;mkfs.ext4&#8221;. Neste ponto, se escolheu não utilizar volumes, substitua o caminho para sua partição que neste caso seria /dev/sdb1:</p>
<pre>[root@localhost ~]# mkfs.ext4 /dev/mapper/vg_teste-lv_teste
 mke2fs 1.41.12 (17-May-2010)
 Filesystem label=
 OS type: Linux
 Block size=4096 (log=2)
 Fragment size=4096 (log=2)
 Stride=0 blocks, Stripe width=0 blocks
 655360 inodes, 2620416 blocks
 131020 blocks (5.00%) reserved for the super user
 First data block=0
 Maximum filesystem blocks=2684354560
 80 block groups
 32768 blocks per group, 32768 fragments per group
 8192 inodes per group
 Superblock backups stored on blocks:
 32768, 98304, 163840, 229376, 294912, 819200, 884736, 1605632</pre>
<pre>Writing inode tables: done
 Creating journal (32768 blocks): done
 Writing superblocks and filesystem accounting information: done</pre>
<pre>This filesystem will be automatically checked every 27 mounts or
 180 days, whichever comes first.  Use tune2fs -c or -i to override.</pre>
<p>&nbsp;</p>
<p>Poderíamos parar por aqui mas não quero que meu disco seja testado a cada 27 montagens ou 180 dias, que são os valores padrão. Então, com &#8220;tune2fs&#8221;, vamos mudar para ele nunca mais checar automaticamente:</p>
<pre>[root@localhost ~]# tune2fs -c0 -i 0 /dev/mapper/vg_teste-lv_teste
 tune2fs 1.41.12 (17-May-2010)
 Setting maximal mount count to -1
 Setting interval between checks to 0 seconds</pre>
<p>&nbsp;</p>
<p>E para montar o volume automaticamente em todo boot do sistema, vamos colocá-lo no arquivo /etc/fstab. Para isso, vamos identificar o &#8220;id&#8221; do volume, com o comando &#8220;blkid&#8221;:</p>
<pre>[root@localhost ~]# blkid /dev/mapper/vg_teste-lv_teste
 /dev/mapper/vg_teste-lv_teste: UUID="fe556bcb-879a-4537-92cd-2d40519089df" TYPE="ext4"</pre>
<p>&nbsp;</p>
<p>Criar um diretório onde iremos montar este volume:</p>
<pre>[root@localhost ~]# mkdir /teste</pre>
<p>&nbsp;</p>
<p>E adicionar uma linha ao final do /etc/fstab com o id do volume, diretório e demais parâmetros necessários:</p>
<pre>[root@localhost ~]# echo "UUID=fe556bcb-879a-4537-92cd-2d40519089df /teste ext4 defaults 0 0" &gt;&gt; /etc/fstab</pre>
<p>&nbsp;</p>
<p>Montamos todos os dispositivos contidos no /etc/fstab:</p>
<pre>[root@localhost ~]# mount -a</pre>
<p>&nbsp;</p>
<p>E por fim verificamos se está tudo OK.</p>
<p>[root@localhost ~]# df<br />
Filesystem           1K-blocks      Used Available Use% Mounted on<br />
/dev/sda2             19306788   2809160  15516892  16% /<br />
tmpfs                   515428        88    515340   1% /dev/shm<br />
/dev/sda1               297485     31238    250887  12% /boot<br />
/dev/mapper/vg_teste-lv_teste<br />
10317112    154100   9638932   2% /teste</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pronto, nosso volume lógico &#8220;lv_teste&#8221;, contido no volume group &#8220;vg_teste&#8221;, identificado como &#8220;/dev/mapper/vg_teste-lv_teste&#8221; foi montado no diretório &#8220;/teste&#8221;.</p>
<p>No dia a dia, não precisamos executar alguns dos comandos citados neste post. Estes foram citados para facilitar a visualização do processo. Um fluxo resumido para obter o mesmo resultado seria executar os comandos &#8220;fdisk&#8221;, &#8220;pvcreate&#8221;, &#8220;vgcreate&#8221;, &#8220;lvcreate&#8221;, &#8220;mkfs.ext4&#8221;, &#8220;mkdir&#8221; e &#8220;mount&#8221; com os respectivos parâmetros.</p>
<p>Para um computador pessoal, onde não há muita &#8220;movimentação&#8221; de discos, não é obrigatório utilizar volumes de disco.</p>
<p>A clara vantagem de se utilizar volumes de disco será vista num próximo post onde irei mostrar como adicionar um segundo disco num volume já existente (o que criamos aqui) e somar suas capacidades fazendo o sistema operacional &#8220;enxergar&#8221; como se fosse um único disco maior.</p>The post <a href="https://www.picoloto.com.br/linux/adicionando-um-novo-disco-no-linux.php">Adicionando um novo disco no Linux</a> first appeared on <a href="https://www.picoloto.com.br">Gustavo Picoloto</a>.]]></content:encoded>
					
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